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Melany Marinho

Melany Marinho é cantora, compositora e dançarina nascida na cidade de Manaus/AM. Começou a cantar ainda criança, aos cinco anos de idade, juntamente com seu irmão - com quem trabalhou em dupla por dois anos -, tendo, em 2007, entrado num projeto musical de girls band com mais quatro amigas de infância, projeto que não foi pra frente por falta de apoio. No mesmo ano, foi convidada a ser backing vocal da banda de Forró “Moleca Atrevida”, mas a banda se desfez e Melany se viu impulsionada a fazer carreira solo, se tornando a primeira cantora do segmento Sertanejo a representar o estilo no formato voz e violão, na sua cidade natal. Melany, que desde os quatro anos de idade se reconheceu como sendo transexual, participou, como backing vocal, do CD do cantor Wagner Cuiabano. Em 2010, além de cantar na noite manauara, se destacou na arte da dança, liderando um grupo cover da cantora Lady Gaga, que, aproximadamente durante dois anos, migrou pelos festivais folclóricos de Manaus, tendo feito, em seu ápice, a abertura da Parada Gay de 2011. O grupo se desfez no início de 2012. No ano de 2013, ingressou no curso de “Violão Básico” do Liceu de Artes e Ofício Cláudio Santoro, oportunidade que lhe deu as primeiras noções do instrumento que seria parceiro inseparável no seu projeto profissional, e experiência que a inspirou a compor sua primeira canção, intitulada “Eu neguei”. Em 2015, participou do DVD do programa de divulgação de artistas sertanejos por nome “Boteco dos Amigos” (TV Bandeirantes), no qual foi a única mulher do ramo Sertanejo a compor o time de escalados para a gravação. Mesmo em meio à guerra contra o preconceito, este manifestado das mais variadas formas, como em piadas, chacotas ou risos entre pessoas que a assistiam seus shows, ou mesmo advindo de pessoas do meio musical - que inclui palavras que tentavam negativar seus sonhos -, Melany passou a ganhar notoriedade na imprensa local, o que a ajudou a ser convidada para tocar em casas de shows conceituadas como o “Terra Brasil”, “Chapéu Goiano”, “Moai Restobar”, “Rancho Sertanejo”, dentre outras, que têm no estilo musical Sertanejo um de seus maiores fortes. Ela também foi destaque em blogs, como o do ativista Neto Lucon (SP), site e especializado na questão da transexualidade, da tratativa sobre a doença da Transfobia e da luta pelos direitos da causa “Trans”. Ainda em 2015, a cantora, que tem como referências artistas como Shania Twain, Dolly Parton, Paula Fernandes, Sérgio Reis, Almir Sater e Trio Parada Dura, ganhou o prêmio “Revelação da Música Sertaneja”, da associação cultural de tradições sertanejas, “Cowboys Indomáveis”, e continua se destacando no cenário musical amazonense, cantando em shoppings, choperias, bares e espaços culturais, muito carinhosamente chamada de “Rainha do Sertanejo de Manaus”, seguindo como a única mulher transexual do ramo Sertanejo a vencer preconceitos, tudo por saber do seu potencial e sempre em defesa do estilo musical que tanto ama e ajuda a difundir, com seu talento.

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